Rafting | Canorafting

Vestuário do participante para atividade: Calçado próprio para água Calções T-shirt Pequena mochila   As atividades incluem: Seguro de Responsabilidade Civil Seguro de Acidente Pessoais Fornecimento de lanche Fornecimento de material técnico e de segurança Acompanhamento de guias Logística da atividade   Nota: A realização da atividade fica sempre sujeito se as condições climatéricas e …

Serra do Alvão – Roteiro das Silhas em Pardelhas

Serra do Alvão

PARDELHAS, início do nosso percurso, pertence ao conjunto das aldeias vernaculares, inserida na serra do Alvão, embelezada por campos verdejantes em socalcos.
Os muros-apiários, designados na região do Alvão-Marão por silhas, ou simplesmente por muros, são grandes vedações pétreas, implantadas nas encostas ou sobre morros de difícil acesso, destinadas a proteger os enxames de abelhas, presumindo-se que os principais predadores seriam no passado o texugo (Meles meles) e o urso pardo (Ursus arctus).
De planta maioritariamente subcircular, com perímetro e altura variável, estas arquiteturas, construídas em alvenaria de granito, xisto e quartzito, são providas de um estreito vão de acesso e estruturam no seu interior várias plataformas horizontalizadas, pavimentadas com lousas, que os habitantes denominam “estradoilas”, servindo de assentamento aos cortiços das abelhas.
Desconhecendo-se a sua introdução na paisagem rural nortenha, mas admitindo-se que já existissem na Idade Média a avaliar pelo peso do mel e da cera nas exportações portuguesas de finais do século XIII (MARQUES 1996, 515-519) e pela perseguição desencadeada contra o urso, como indicia alguma documentação dessa época , os muros-apiários terão começado a perder a sua principal função no século XVII, com a extinção do maior predador das colmeias , desocupando-se as estruturas e acelerando-se a sua ruína.

Serra do Alvão – Barreiro Lamas d’Olo

Serra do Alvão

O percurso é percorrido maioritariamente pela montanha, o que nos proporciona paisagens espantosas com panorâmicas que nos deixam a meditar sobre a beleza destas serras e montanhas em pleno Parque Natural do Alvão.
Inseridas na encosta da SERRA DO ALVÃO, estas aldeias possuem espigueiros que são autênticas obras de arte. Também chamados "canastros", "caniços" ou "hôrreo", são estruturas, habitualmente contruídas em pedra e madeira, e serviam essencialmente para a secagem do milho. A sua forma e técnica construtiva, revelam um cuidado que transcende a aparência simples da generalidade do conjunto edificado. O tamanho dos espigueiros era diretamente proporcional ao tamanho da riqueza dos seus proprietários.
Após terminarmos o percurso, para quem quiser, podemos saborear uma refeição tradicional confecionada numa tasca regional local.

Serra da Estrela – Rota da Caniça (Lapa dos Dinheiros)

Serra da Estrela

Lapa dos dinheiros, tem a origem do seu nome com a passagem e estadia do Rei D. Dinis. Ao ser recebido com um faustoso jantar, logo perguntou: “Como conseguiram um jantar tão farto?”. “Com os nossos dinheiros”, responderam os anfitriões. E o monarca fixou-lhes o nome
O percurso tem início junto à igreja matriz da aldeia de montanha da Lapa dos Dinheiros.
O percurso caraterizasse pelos soutos de castanheiros e várias outras árvores que constituem bosques belíssimos, onde sentimos uma frescura intensa pela frescura da ribeira da Caniça.
O elemento água está sempre presente e é responsável pela rica avifauna deste percurso, sendo de louvar o esforço humano que o levou a trabalhar o granito, certamente à força de braços, para construir as levadas que transportam para os campos agrícolas.
A geologia do terreno também é merecedora de observação, como a formação dos Cornos do Diabo, o buraco do Sumo por onde a água corre subterraneamente e pelas várias cascatas que formam.

Serra da Estrela – Garganta de Loriga

Serra da Estrela

A rota da Garganta de Loriga, em pleno coração da Serra da Estrela, passa por locais ainda hoje usados pelos pastores na lida dos seus rebanhos. A caminhada é exigente, mas a paisagem compensa o esforço com momentos de total absorção com a natureza.
A rota da Garganta de Loriga faz a ligação entre o planalto superior da serra da Estrela e a vila de Loriga.O percurso compreende uma paisagem marcada, em quase toda a sua extensão, por vestígios glaciários característicos do último período frio que se abateu sobre esta área. No trajeto, salienta-se uma sucessão de quatro depressões designadas por covões Boieiro, do Meio, da Nave e da Areia, que albergam um conjunto de espécies de fauna e flora raras e exclusivas dos ambientes de montanha.

Aldeias Vernaculares da Serra do Alvão e seus espigueiros

Serra do Alvão

Aldeias vernaculares e seus espigueiros da Serra do Alvão. Caminhar por caminhos e trilhos rurais. Visitaremos as aldeias do Bobal, Anta, Assureira, Varzigueto e Pioledo. Estas localidades fazem parte do conjunto de aldeias vernaculares na encosta da Serra do Alvão. A meio do percurso será servido um lanche com o tradicional café no Pote. De seguida, retomamos a caminhada percorrendo calçadas marcadas pelos rodados dos carros de bois. Neste trajeto iremos trilhar uma parte do Caminho de Santiago -  Via Lusitânia.  
Na passagem pelas aldeias iremos contemplar uma variedade de espigueiros, também chamado canastro, caniço ou hôrreo, é uma estrutura normalmente de pedra e madeira e serviam essencialmente para secagem do milho. A sua forma e técnica construtiva, revelam um cuidado que transcendem a aparência simples da generalidade do conjunto edificado. O tamanho dos espigueiros demonstram o estatuto social do seu proprietário e a sua riqueza. No final do percurso iremos saborear as iguarias tradicionais numa Tasca regional na aldeia do Bobal.

Roteiro Mineiro – Complexo Mineiro das Minas da Borralha

Minas da Borralha

Breve história
O nome da localidade teve origem em Domingos Borralha que, em 1900, foi trabalhar para as minas de Coelhoso (Bragança) onde comentou junto de um engenheiro francês que, no lugar onde vivia, existiam muitas pedras iguais às que ali eram exploradas e que as usavam para atirar às cabras e construir muros.
O francês foi confirmar e registou a concessão em 1902.
No primeiro ano, só à superfície, a Borralha, rendeu 70 toneladas de volfrâmio, no ano seguinte, já com algumas perfurações rendeu 170 toneladas. Em 1904 já tinha luz elétrica.
O auge da exploração foi nas décadas de 30, 40, 50 do século XX, na altura da II Guerra Mundial e da Guerra da Coreia com o couto mineiro com 2.000 hectares.
Para além dos mineiros, à volta das minas havia ainda os apanhistas que tinham uma licença especial da empresa e podiam explorar o volfrâmio sempre a céu aberto com a condição de, no final do dia vender tudo à companhia, e os farristas que eram contrabandistas.
As minas tiveram dois períodos de paragem (1944/46 e 1958/62). Depois de anos de abandono, a Câmara de Montalegre deu início à recuperação do património das Minas da Borralha, onde já investiu mais de dois milhões de euros.
As Minas da Borralha está inserida no Roteiro das Minas e Ponto de Interesse Mineiro e Geológico de Portugal

Aldeias Vernaculares da Serra do Alvão (Avadia – Lamas)

Serra do Alvão

O roteiro do percurso passa pelas as aldeias de Alvadia, Lamas e Favais do concelho de Ribeira de Pena. Por estes caminhos e aldeias, passou o nosso escritor Camilo Castelo Branco, quando partia de Vilarinho de Sarmandã até Ribeira de Pena, onde se casou aos 16 com Joaquina Pereira de França e viveu no lugar Friúme, em Ribeira de Pena, onde o Roteiro Camiliano existe ainda hoje e percorre alguns locais de importância na vida e especialmente na obra do escritor. É o caso da Ponte de Cavez, na freguesia homónima e no concelho de Cabeceiras de Basto: uma construção do século XIV que cruza o Tâmega e aparece no conto “Como ella amava” e na peça teatral “O Lobisomem”. Perto, a menos de 5 quilómetros, merecem ser visitadas Moimenta e Caveza, duas povoações de pitoresca beleza

Rota Serrana – Serra do Alvão – Planalto das Gevancas

Serra do Alvão

O percurso inicia-se na aldeia de Alvadia, localizada no concelho de Ribeira de Pena e finaliza na aldeia do Bobal, concelho de Mondim de Basto. Nesta travessia do planalto das Gevancas só o vento e os sons dos pássaros quebram o silêncio.
O Planalto das Gevancas é um sítio arqueológico, onde foram encontrados vestígios da cultura pré-histórica. Neste planalto nascem os rios truteiros de águas cristalinas, Cabrão, Cabril, Ôlo, Poio entre outros. A sua riqueza em recursos hídricos é a razão pela qual ainda se pratica nos dias de hoje a transumância do gado bovino.
Ao longo da sua superfície, este planalto oferece inúmeros atrativos, desde a fauna, a flora, a geologia e as suas aldeias. Com os seus 1.300 metros de altitude, proporciona aprazíveis locais panorâmicos, onde se pode avistar terras e serras para além da região de Basto.
Um percurso de rara beleza natural, um local mágico e de sonhos!

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