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Maio 2022

Caminho de Santiago – Caminho Português

Maio 16 - Maio 22
Caminho Santiago de Compostela

Este itinerário ganhou relevância sobretudo a partir do século XII, após a independência de Portugal. O seu traçado herda estradas e caminhos antigos, como a Via XIX, construída no século I d. C., que ligava Braga a Astorga através de Ponte de Lima, Tui, Pontevedra, Santiago e Lugo, e que foi uma das calçadas romanas mais importantes, pois estruturou a Gallaecia. Uma variante deste Caminho pela costa atravessa o rio Minho pel’A Guarda e, sempre junto ao mar, conflui com a interior em Redondela.
O culto jacobeu teve no Caminho Português um território fundamental para entender a verdadeira dimensão internacional do fenómeno das peregrinações. Este itinerário ganhou relevância sobretudo a partir do século XII — após a independência de Portugal, a meados do século.

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Serra do Gerês – Fraga de S. João Batista

Maio 28 @ 9:30 am - 1:30 pm
Gerês

Impondo-se humildemente no alto de uma elevação granítica encontra-se o segredo mais bem guardado das festas e romarias de Barroso: o S. João da Fraga. A capela de S. João da Fraga situa-se na freguesia de Pitões das Júnias, concelho de Montalegre, em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês, numa elevação com mais de 1.100 metros de altitude. A minúscula capela, com cerca de 10 metros quadrados, constitui o núcleo festivo e romeiro de uma celebração profundamente enraizada na cultura pitonense. A procissão e a romaria ao S. João da Fraga sintetizam o espírito telúrico e devocional deste povo de montanha, onde durante décadas o isolamento geográfico e cultural moldou o seu quotidiano. O acesso à capela é exclusivamente pedonal, sendo necessária uma caminhada de cerca de duas horas, coroada com uma ascensão ao monte através de uma escadaria gravada na rocha granítica.

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Caminhada da Primavera – Planalto da Mourela, Pitões das Júnias

Maio 29 @ 9:30 am - 1:30 pm
Gerês

Situado na parte oriental da serra do Gerês, a cerca de 1.200 metros de altitude, o Planalto da Mourela é considerado um repositório vivo das práticas associadas aos sistemas agrários tradicionais, onde as técnicas de gestão e de maneio do território se têm perpetuado ao longo do tempo e continuam a marcar o quotidiano das populações e da paisagem. Foram estas qualidades que convenceram o júri dos Prémios Europa Nostra 2016, a distinguir o projeto "A conservação dos urzais e o desenvolvimento sustentável no Planalto da Mourela", no Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), com o Prémio da União Europeia para o Património Cultural/Prémios Europa Nostra 2016, na categoria de educação, formação e sensibilização.
Com este reconhecimento, mobilizou a população para uma nova forma de gerir a paisagem. Isto nota-se no «melhoramento das pastagens, bem como na forma como se organiza a paisagem deste planalto».

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Junho 2022

Serra da Estrela – Garganta de Loriga

Junho 4 @ 8:00 am - 5:00 pm
Serra da Estrela

A rota da Garganta de Loriga, em pleno coração da Serra da Estrela, passa por locais ainda hoje usados pelos pastores na lida dos seus rebanhos. A caminhada é exigente, mas a paisagem compensa o esforço com momentos de total absorção com a natureza.
A rota da Garganta de Loriga faz a ligação entre o planalto superior da serra da Estrela e a vila de Loriga.O percurso compreende uma paisagem marcada, em quase toda a sua extensão, por vestígios glaciários característicos do último período frio que se abateu sobre esta área. No trajeto, salienta-se uma sucessão de quatro depressões designadas por covões Boieiro, do Meio, da Nave e da Areia, que albergam um conjunto de espécies de fauna e flora raras e exclusivas dos ambientes de montanha.

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Serra da Estrela – Rota da Caniça

Junho 5 @ 8:00 am - 5:00 pm
Serra da Estrela

Lapa dos dinheiros, tem a origem do seu nome com a passagem e estadia do Rei D. Dinis. Ao ser recebido com um faustoso jantar, logo perguntou: “Como conseguiram um jantar tão farto?”. “Com os nossos dinheiros”, responderam os anfitriões. E o monarca fixou-lhes o nome
O percurso tem início junto à igreja matriz da aldeia de montanha da Lapa dos Dinheiros.
O percurso caraterizasse pelos soutos de castanheiros e várias outras árvores que constituem bosques belíssimos, onde sentimos uma frescura intensa pela frescura da ribeira da Caniça.
O elemento água está sempre presente e é responsável pela rica avifauna deste percurso, sendo de louvar o esforço humano que o levou a trabalhar o granito, certamente à força de braços, para construir as levadas que transportam para os campos agrícolas.
A geologia do terreno também é merecedora de observação, como a formação dos Cornos do Diabo, o buraco do Sumo por onde a água corre subterraneamente e pelas várias cascatas que formam.

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Travessia da Costa Vicentina

Junho 9 @ 8:00 am - Junho 12 @ 5:00 pm
Costa Vicentina

Designada por Costa Vicentina, onde a natureza preservada tem um carácter forte e selvagem, que se traduz em paisagens de uma imponência deslumbrante.
O litoral do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, tem inúmeros os cenários privilegiados para quem procura a diversidade e beleza de uma paisagem deslumbrante.
De S. Torpes até a Azambujeira do Mar, iremos percorrer dezenas de praias fabulosas, mais expostas ou mais recatadas, muita delas quase escondidas pela falésia. Perfeitas para dar uns mergulhos. Este cenário é decorado por uma flora com a mistura de espécies mediterrânica, norte atlântica e africana. Das cerca de 750 espécies, 100 são endémicas e 12 não existem em mais nenhum lado do mundo.
No que respeita a fauna, sendo uma costa com passagem para aves planadoras e os passeriformes migradores transarianos, iremos apreciar nas falésias e arribas marítima a presença da gralha-de-bico-vermelho, o falcão peregrino e da cegonha branca, seus locais de nidificação. Com destaque para a cegonha-branca, onde é o único local do mundo em que as cegonhas nidificam nos rochedos marítimos e para a águia pesqueira onde é a última área de cria na Península Ibérica.

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Roteiro das Levadas – Levada Nova e Velha de Cavêz

Junho 16 @ 8:00 am - 5:00 pm
Cavêz

As levadas para além da sua função primordial de rega, são também um espaço para os turistas percorrerem e usufruírem do seu património cultural e natural.
Cavêz, início do nosso percurso, é uma vila de grandes quintas agrícolas, razão pela qual se percebe a necessidade de serem irrigadas por duas grandes levadas, a Velha e a Nova.
O nosso percurso será pelas Levadas Nova e Velha, que a julgar pela pedra com inscrição da data, supõe-se que levada Nova foi construída ou reconstruída no ano de 1851, havendo até alguns habitantes locais que afirmam que esta tem mil anos.
Iremos percorrer o vale da Ribeira de Cavêz até ao lugar de Vilela, local da nascente da Levada, passando por campos agrícolas, proporcionando panorâmicas sobre a região e envolvendo-nos na diversificada vegetação no fundo do vale, numa natureza intocável.
Percorrer esta Levada, transporta-nos para o passado, fazendo-nos sentir o esforço e dedicação que as anteriores gerações tiveram para criar esta obra. Caminhar nesta levada é viver a história deste local.

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Programa Aventura – Subida do Rio Póio (Alvadia)

Junho 26 @ 9:00 am - 3:30 pm
Serra do Alvão

Rio Póio, um dos rios mais bonitos (e secretos) de Portugal. Está repleto de cascatas e lagoas.
Trata-se de um dos rios mais desconhecidos de Portugal e, talvez, um dos mais belos. Em Cerva, o rio Póio deslumbra quem o visita pela pureza das suas águas límpidas, pelo seu percurso composto de rochas gigantes e escarpas monumentais, que proporcionam vários locais com cascatas e lagoas paradisíacas onde é possível refrescar-se em plena estação de Verão.
O percurso inicia na aldeia de Cabriz e acaba na aldeia de Alvadia no alto da serra do Alvão.
Venha aventurar-se neste aliciante percurso pelo leito deste rio mágico e fascinante.

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Julho 2022

Caminhada Aquática – 7 Lagoas | Gerês

Julho 2 @ 9:00 am - 1:30 pm
Gerês

O Parque Nacional da Peneda Gerês é um dos mais representativos território naturais de Portugal onde podemos encontrar autênticos encantos naturais como lagoas, cascatas e rios praticamente desconhecidos. Mas, para isso, é preciso aventurarmo-nos pelos locais menos turísticos e menos conhecidos do Gerês.
Logo após o início da caminhada na aldeia de Xertelo, iremos encontrar o rio Cabril. A partir daí, iniciamos uma das mais fantásticas sequências de lagoas e cascatas que nos levará até às Cascata dos Poços Verdes também conhecida pela Cascata das 7 Lagoas, envolvidas de uma incrível paisagem que contrasta com a água pura, límpida e cristalina que ao percorre-las, podemos desfrutar de uns banhos refrescantes. É um local de perfeita harmonia com a natureza.

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Serra do Gerês – Pico da Nevosa

Julho 3 @ 9:30 am - 5:30 pm
Gerês

O Pico da Nevosa é o ponto mais alto da Serra do Gerês e o segundo mais elevado de Portugal Continental, com a altitude de 1546 metros. Do seu cume a vista é fantástica! Ao longe podemos vislumbrar serras tão distantes do território português e espanhol, pois estamos praticamente na linha fronteiriça.
Trilho magnífico e ancestral que já vem assinalado nas Cartas Militares do ano 1949, com paisagens simplesmente deslumbrantes e panorâmicas de 360º de encher a alma.
Este é mais um trilho livre no Gerês sem sinalização o que obriga a ser percorrido com guias experientes e conhecedor do terreno, pois, a experiência e orientação é fundamental.
É um trilho muito exigente, devido à sua extensão e fortes declives, para quem não estiver habituado a caminhar regularmente, pode ser uma experiência aflitiva.
Por isso, para quem esteja entusiasmado em conhecer esse magnífico cume, vá se preparando para esta aventura na Serra do Gerês, por que vale a pena!

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Abrigo do Urso Pardo – Fisgas do Ermelo

Julho 9 @ 9:00 am - 2:00 pm
Fisgas do Ermelo Portugal

No vale oposto as cascatas da Fisgas do Ermelo, na encosta da Ribeira da Fervença, existe um abrigo do urso pardo composto por duas cavidades.
O urso-pardo, que num passado distante vagueou por quase toda a Europa, é aquele que tem maior distribuição geográfica entre todos os membros vivos da família dos ursídeos.
Ter-se-á extinguido em Portugal, enquanto espécie com população reprodutora, por volta do século XVII. E o último urso-pardo em território português não terá sido morto em 1650, como se chegou a pensar, mas sim em 1843, na tal matança no Gerês. “Julga-se que desceria das Astúrias, porque é fera alheia a estes países ”. Esse último urso seria, então, muito provavelmente, apenas um de outros animais errantes que há dois séculos ainda nos visitavam. São animais errantes que vinham da Galiza.
O que está na origem da extinção do urso-pardo em Portugal é, então, não a caça – apesar da sua contribuição – mas a destruição da floresta autóctone. E foi, ao que tudo indica, no século XV, em plena crise florestal, que o urso-pardo começou a rarear em Portugal, o que levou os monarcas portugueses a aplicarem multas de mil libras a quem se atrevesse a matar um urso sem autorização do rei.
Depois de visitar o abrigo do Urso, vamos explorar pelos trilhos dos pastores o vale por onde caem as imponentes cascatas das Fisgas do Ermelo, onde terá a oportunidade de apreciar com maior proximidade e segurança, as cascatas, lagoas e os antigos ninhos das Águias Real. Venha percorrer conosco este magnífico trilho, que ficará fascinado com toda a beleza natural que a envolve.

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Caminhada Aquática – Rio Cabril

Julho 17 @ 8:00 am - 5:00 pm

Brevemente disponibilizaremos mais informações sobre este evento.

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